Centros Integrados de
Educação Pública
Entre os anos (1983-1987 e
1991-1994) na gestão do então governador Leonel Brizola, foi implantado no
estado do Rio de Janeiro um novo modelo de escola pública que tinha como
objetivo oferecer um ensino público de qualidade em período integral, aos
alunos da rede estadual.
Os Centros Integrados de Educação
Pública foram criados a partir de 1984, período da Transição Democrática, sob a
coordenação do educador Darcy Ribeiro, então vice de Brizola no governo do Rio
de Janeiro. O projeto foi interrompido em 1987 e retomado em 1991, no segundo
governo de Brizola. No Rio Grande do Sul, a ideia foi adotada no começo dos
anos 1990, na gestão do pedetista Alceu Colares, seguidor de Brizola.
Para a construção desse prédio,
foi criado um projeto por Oscar Niemeyer que aliou beleza, baixo custo,
agilidade e que fosse economicamente viável. Partindo da ideia de utilizar a
técnica de concreto pré-moldado, que permite montar cada CIEP como um jogo de
armar, em prazo de quatro meses, com o custo de 30% mais barato que uma obra
que utiliza a construção convencional.
Em nosso município, contamos com uma estrutura
desse Centro Integrado, Escola Estadual de Ensino Fundamental Manoel Ignácio
Tavares Nunes - CIEP, tem como filosofia “Proporcionar o desenvolvimento integral
do aluno, despertando neste uma consciência crítica, inclusiva, democrática e
responsável”, foi inaugurada em 1º de dezembro de 1992. Tem como objetivo geral
desenvolver um trabalho conjunto com a comunidade escolar, a escola propõe uma
prática docente voltada para a educação integral do aluno, ampliando e
humanizando o espaço da sala de aula, buscando despertar nas crianças e nos
jovens o espírito crítico-responsável e proporcionando condições que
desenvolvam a socialização.
Localizado na zona norte, atende
crianças de 1º ao 8º ano, distribuídos em dois turnos manhã e tarde, junto com
a proposta de educação em tempo integral conta com o projeto do estado ”Mais
Educação”.
A Escola conta com uma equipe
docente de 31 professores, 10 funcionários e 286 alunos de 1ª a 8ª série. As
oficinas oferecidas são Esporte, Desenho, Matemática, Informática, Música e
Educação Ambiental.
Apesar de ter uma boa estrutura a escola não
contempla os critérios mínimos de acessibilidade, existem várias escadas de
acesso as salas de aula e em nenhuma das entradas tem rampa de acesso.
Componentes do grupo:
Eliandro Fernandes Melo
Mara Aguilera Rodrigues
Sidclei Moreira Ris
Tamara Leão Gonçalves

Boa tarde pessoal! Interessante a 2º postagem do blog do grupo, além de descrever um pouco o histórico da instituição, preocuparam-se em comentar sobre a questão da acessibilidade.
ResponderExcluirFiquei com uma dúvida: vocês citam em determinado momento 1º ao 8º ano e logo após citam serie, afinal em qual dos sistemas a escola usa atualmente?
Vocês, enquanto grupo, não pensaram em entrevistar um professor que atue na escola desde a sua criação para poderem compreender como foi ou é desenvolvido seu trabalho? Se houve mudanças significativas na aprendizagem dos alunos durante esses 21 anos?
Aguardo retorno aos questionamentos.
Att. Simone Bassi
A escola adotou o regime anual, substituindo gradativamente as séries por ano.Tendo atualmente de 1º a 7º ano e 7ª e 8ª séries.
ResponderExcluirConversamos informalmente com alguns professores, onde nos foi informado que a escola sempre funcionou em tempo integral, e que no momento de sua fundação obteve um ótimo índice de aceitação pela comunidade, porém, com o passar do do tempo, a clientela foi diminuindo, pois muitos alunos não tinham interesse em permanecer na escola em tempo integral.
Quanto as mudanças na aprendizagem dos alunos-conforme a comunidade escolar- não observou-se mudanças significativas.
( Eliandro, Mara, Sidclei e Tamara)
Pessoal que bom que me deram retorno...
ResponderExcluirQuando questionei a respeito das mudanças na aprendizagem dos alunos ao longo destes anos, pensei na perspectiva do olhar de um professor que tenha acompanhado esse processo, vocês respondem em nome da comunidade escolar, mas mais específico se basearam no relato de quem?
Gostaria que vocês refletissem sobre quais os aspectos que esse tipo de pesquisa/trabalho resulta para a formação profissional de cada um de vocês?
Abraços
Att. Simone Bassi