Em nosso município não há nenhuma organização que atue no amparo de pessoas surdas, porém duas escolas estaduais tem atendimento específico para surdos, onde existe apenas uma profissional tradutora de Libras, para atendimento dos alunos inclusos. Com a contratação deste profissional tradutor, o Poder Público procura garantir condições de acesso e aprendizagem dos alunos surdos
Nossa pesquisa foi
realizada na Escola Estadual de Ensino Médio Dartagnan Tubino, onde estuda uma
aluna na 7ª série do ensino fundamental, com deficiência auditiva (surda). A
turma é composta por 25 alunos sendo que estes não conhecem Libras, vale salientar que este atendimento é prestado
apenas dois dias por semana, nos demais a aluna fica sem atendimento em sala de
aula.
Lei n.º 10.436, de 24 de abril de 2002, que
dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.
Art. 1º A Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS será um componente curricular obrigatório nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, e nos cursos de fonoaudiologia, de instituições de ensino públicas e privadas, do sistema federal de ensino.
Art. 1º A Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS será um componente curricular obrigatório nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, e nos cursos de fonoaudiologia, de instituições de ensino públicas e privadas, do sistema federal de ensino.
Apesar de a lei
ter sido regulamentada em 2002 os professores que atuam em sala de aula não
estão preparados para esse atendimento, existindo uma grande barreira.
Verificamos que em nossa comunidade escolar possui um grande número de
professores dispostos a aprender LIBRAS.
Pesquisa realizada pelos alunos:
Tamara Leão
Mara Rodrigues
Eliandro Fernandes
Sidclei Moreira
INCLUSÃO
DO ALUNO SURDO NO AMBIENTE ESCOLAR.
Em nossa região algumas escolas têm inclusão de
alunos surdos, porém nossa pesquisa foi feita na Escola Estadual de Ensino Fundamental Brasil onde possui alunos com
outras deficiências, porem nenhum aluno surdo. Outras instituições tais como: Jonas
Salk (APAE), instituição esta que atende vários alunos com os mais variados
tipos de deficiências com profissionais habilitados e escolas como Dartagnan
Tubino e Vila Olimpo prestam atendimento aos alunos com deficiências auditivas.
Segundo o Decreto Federal nº 5626, de 22 de dezembro
de 2005, estabelece que alunos com deficiência auditiva tenham o direito a uma
educação bilingüe nas classes regulares.
Geralmente estes alunos aprendem a língua de sinais
quando chegam a escola, com um professor instrutor de libras que ensina os a
comunicarem-se por meio de sinais.
Segundo o professor Gustavo Montiel os alunos ainda não
sabem a língua brasileira de sinais Libras, mas estão em desenvolvimento ou
seja estão aprendendo de maneira gradativa.
Em nossa cidade tem apenas uma
profissional tradutora – interprete de Libras contrata, na qual atende em todas
as escolas que possuem alunos surdos.
Nesta instituição existem professores que sabem o
básico da língua brasileira de sinais Libras, porem eles sabem mais a linguagem
gestual.
Componentes do grupo:
Agostinha Siqueira Rissoto
Enir Carolina Lemes Bentim
Lanieri Missio
Miriam Oliveira de July
INCLUSÃO DO ALUNO SURDO NO AMBIENTE ESCOLAR.
Em nossa cidade apenas duas escola tem alunos surdos
inclusos em sua comunidade escolar, a Escola Estadual de Ensino Médio Dartagnan
Tubino e Escola Estadual de Ensino Fundamental de Vila Olimpo.
Ambas as
escola possuem apenas um aluno surdo auditivo, respectivamente, onde uma
profissional tradutora interpreta em libras as aulas que esta sendo ministradas
no dia em que presta atendimento na escola, o que gera um problema, pois no
restante da semana este aluno fica sem nenhum atendimento. De acordo com a
tradutora em questão, estes alunos além de aprenderem e praticarem libras na
escola, também conta com um código próprio que a família cria para comunicar-se
com eles.
Embora o governo seja obrigado a proporcionar uma
educação de qualidade para alunos inclusos, ainda há muitos obstáculos a serem
vencidos, antes que se possa usufruir plenamente dos direitos que por lei nos são
assegurados.
Componentes do grupo:
Andréia Valeska dos Santos
Amália Caroline de Souza
Jéssica Gonçalves Ximenes
Lucio Mauro Ribeiro
Michele Paiva Castro
Amália Caroline de Souza
Jéssica Gonçalves Ximenes
Lucio Mauro Ribeiro
Michele Paiva Castro
O ALUNO SURDO NO AMBIENTE ESCOLAR:
Dificuldades na Inclusão
A Inclusão é defendida pelas leis atuais e prevê que todas as crianças frequentem a escola regular, e esta deve se fazer apta a recebê-las. Mas o que se vê não somente em nossa cidade, mas em toda a rede escolar é ambientes inadequados e professores despreparados para auxiliarem esses alunos.
Algumas escolas possuem sala de recursos, mas o atendimento se estende somente a alunos com dificuldades de aprendizagem, porém contamos em nossa cidade com a APAE que vem se adequando para que possa dar um bom suporte aos educandos que necessitarem.
Ao realizar uma pesquisa sobre o assunto me chamou a atenção uma reportagem onde a psicopedagoga Mary Lopes Frizanco destaca que "Só um adulto surdo ensina bem a língua de sinais para outro surdo".
O professor de uma escola regular que tenha uma ou mais crianças surdas na sua sala de aula precisa fazer de tudo para se comunicar com elas. No entanto a língua de sinais não é o bastante, a presença de um professor surdo, que domine as libras como primeira língua e possa ensiná-la e facilitar a comunicação da criança, também é fundamental.
No Brasil já existem as escolas Bilíngues, aceitas por lei, possuem salas regulares e salas para surdos, utilizando a língua de sinais como a primeira a ser aprendida e o Português é a segunda a ser ensinada.
ÿ Pesquisa: Inclusão de Surdos nas escolas, disponível em : http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/inclusao-surdez-752480.shtml , acesso em 25 de outubro de 2013.
Aluna:
Suzana Smola Suarez

